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16 jan 2020

Nutrição

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Você está comendo suas emoções? Veja os sinais!

Você tem episódios de ingestão exagerada de alimentos?
Já comeu algo até o fim e só se deu conta quando acabou?
Você faz a sua refeição normalmente e parece que aquilo não mata a sua “fome”?

Se você respondeu SIM em pelo menos uma das questões acima, é bem provável que você esteja “comendo suas emoções”, ou seja, usando a comida para apaziguar sua fome emocional.

Mas afinal, qual a diferença entre fome física e fome emocional?

A fome física é quando seu estômago avisa que está na hora de comer, geralmente cerca de 3 a 4 horas após a última refeição, qualquer alimento pode saciar essa fome física. A fome emocional não tem hora, chega a ser contínua e é seletiva.
A fome emocional é aquela em que você sente desejo por comer, mesmo após ter feito uma refeição completa, ou então desejo de coisas específicas, geralmente de alto valor calórico, como doces e alimentos ricos em carboidratos. Essa fome muito mais complexa e por vezes insaciável, pode ser causada por algum problema temporário, seja ele uma mudança na rotina, stress no trabalho, cansaço físico ou mental, problemas de relacionamentos ou até mesmo baixa autoestima.

O grande problema da fome emocional, além da alta ingestão calórica em alimentos geralmente de baixo valor nutricional, é que ela pode se tornar um vício, após ingerir o alimento, o cérebro aumenta a produção de dopamina, serotonina e outros neurotransmissores, o indivíduo se sente aliviado e satisfeito temporariamente, funcionando como um consolo imediato, que logo irá passar, podendo ainda afetar diretamente a saúde e a autoestima, o que leva a mais insatisfação e assim se iniciam mais episódios de comilanças, em um looping infinito.

Como posso identificar se estou sofrendo de fome emocional?

A fome emocional afeta a grande maioria das pessoas, mas criar uma melhor consciência desse problema pode te ajudar a enfrentá-lo sem sucumbir de vez.

  1. Comece observar e analisar como se sente quando se senta a mesa, qual o sentimento daquele momento? Calma, ansiedade, felicidade, tristeza, alegria, cansaço?
  2. Quando está se sentindo assim, o que você mais come?
  3. Sabe aquele alimento que você diz não viver sem? Qual sentimento ou lembrança ele
    te traz?

Comece a fazer uma autoanálise, pare para pensar no estilo de vida que você está levando, analise suas relações interpessoais, seu trabalho, suas atividades e momentos de lazer, como está sua saúde mental? e sua saúde física?

É comum o paciente chegar ao consultório de nutrição e em uma avaliação inicial podemos identificar que o problema não está apenas no prato, não basta montarmos uma plano alimentar totalmente equilibrado e privá-lo de um monte de coisa, mesmo porque esse tipo de alimento pode estar sendo sua única fonte de prazer naquele momento, por isso, existem momentos em que o “fechar a boca” não resolverá, você precisará se empenhar em “abrir a boca” para falar e tirar de dentro o que está sendo sufocado.

Somente a partir dessa reflexão que podemos encontrar as raízes das situações e iniciar um plano de mudança, que muitas vezes conta com ajuda de uma equipe integrada de psicólogos e nutricionistas.

Agende sua avaliação!

 Autora: Nutricionista Letícia Camargo – CRN47837

Nutricionista em Bragança Paulista.

Se você está procurando Nutricionista em Bragança Paulista consulte o IIPB através do telefone 11 2277-4283 ou 11 97143-8628, temos profissionais especializados em nutrição clínica e nutrição esportiva.

Esse texto tem caráter informativo, se você se identificou com qualquer sintoma procure uma nutricionista.
IIPB – Instituto Integrado de Psicologia Bragança

 

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